Estética íntima e a radiofrequência

Não há dúvidas de que as mudanças na sociedade passaram por uma grande transformação na percepção que os indivíduos têm sobre o próprio corpo. 

Apesar de ainda haver pessoas conservadoras, é fato que, o autoconhecimento e a liberdade de escolha se manifestam também através da projeção corporal. Nesse cenário, a Estética Íntima cresce. 

Sabemos que não existe um padrão considerado ideal quando se fala na anatomia genital externa. No caso das mulheres, o formato, seu tamanho e textura da genitália externa mudam de acordo com etnia, peso, estado hormonal, idade, etc.

A pele genital é submetida aos mesmos impactos do tempo que as demais áreas do corpo. Porém, o calor, a umidade e a oclusão podem interferir também na sua aparência da genitália. 

No caso das mulheres, após a menopausa, mais ou menos 30% do colágeno é perdido. Além disso, a queda na produção de estrogênio resulta na diminuição das fibras de elastina.

Se pensarmos nas implicações de uma cirurgia, é muito fácil identificar as vantagens dos procedimentos estéticos: recuperação rápida, custos inferiores, riscos de infecções menores e por aí vai. Porém deve sempre buscar por profissionais habilitados. 

A radiofrequência é a técnica mais analisada em estudos científicos sobre a Estética Íntima até hoje e destaca-se por sua capacidade de reduzir gordura e melhorar a flacidez da pele. Para realização do procedimento antes deve-se passar pela avaliação intima.

Natally Marchioro Drai
Esteticista e Cosmetologa

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